para a história da indústria portuguesa
Sábado, Maio 30, 2009

ASPECTOS DA VIDA INDUSTRIAL PORTUGUESA. Artigos Técnicos publicados no «Diário de Notícias», por ALBANO DE SOUSA, com prefácio de José Maria Álvares, Lisboa: Associação Industrial Portuguesa, 1930. /// Inclui um cartão da direcção da Associação Industrial Portuguesa, com uma nota manuscrita (provavelmente por José Maria Alvares), e no final meia dúzia de recortes de jornal sobre Olhão e pescas. /// 146 páginas. 16,5 x 24 cm. Brochado. Capa manchada. /// Preço: 15 euros (vendido).


A ORGANIZAÇÃO DA INDÚSTRIA e do comércio de exportação de conservas da Noruega. Publicação patrocinada pela «União dos Conserveiros de Matozinhos», revertendo o produto em favor da propaganda sobre a indústria de conservas do nosso país, impresso em Setúbal, Outubro de 1930. /// 20 páginas. 17 x 22 cm. /// Preço: 10 euros (vendido).



PÊRO PINHEIRO E A INDÚSTRIA DA PEDRA. Monografia apresentada ao Instituto do Serviço Social (Curso de Educadoras Familiares) em 12-VII-1943 pela aluna MARIA JOSÉ DE SALDANHA BANDEIRA ENNES, separata do «Jornal de Sintra», Lisboa, 1944. /// Capa (17 x 21,5 cm) alberga miolo desdobrável (41 x 15,5 cm). 18 páginas. /// Preço: 12 euros (vendido).

A INDÚSTRIA PORTUGUESA: subsídios para a sua história, de ESTEVES PEREIRA, com um ensaio económico-social sobre as corporações e mesteres por Carlos da Fonseca, capa de Manuel Dias, Lisboa: Guimarães, 1979. /// Colectânea de três artigos publicados na revista «Ocidente», entre 1897 e 1900. /// 190 páginas, 14,5 x 21 cm, brochado, com um “selo” de biblioteca pessoal na lombada. /// Preço: 8 euros.

ARTESÃOS E OPERÁRIOS. Indústria, Capitalismo e Classe Operária em Portugal (1870-1934), de MARIA FILOMENA MÓNICA, Lisboa: Instituto de Ciências Sociais, 1986. /// 228 páginas, ilustrado, 14 x 21,5 cm. /// Preço: 12 euros.
OS GRANDES PATRÕES DA INDÚSTRIA PORTUGUESA, de MARIA FILOMENA MÓNICA, Lisboa: Publicações D. Quixote, 1990. /// 343 páginas, 16 x 23,5 cm. Com sublinhados a lápis. /// Preço: 10 euros.
Dois estudos sociológicos de Maria Filomena Mónica, o primeiro sobre grupos especializados de artesãos/operários — capítulos sobre chapeleiros (“a morte de uma aristocracia operária”), vidreiros (Marinha Grande), metalúrgicos (Lisboa) e tecelões do algodão (“operários fabris”) —, o segundo dando protagonismo a empresários-chave da indústria portuguesa das últimas décadas, um capítulo para cada um dos entrevistados: Américo Amorim, António Queiroz e Mello, António Raposo de Magalhães, Belmiro de Azevedo, Elísio Soares dos Santos, Francisco Almeida Garrett, Henrique Neto, João Vaz Guedes, Jorge de Mello, Jorge Rocha de Matos, José de Abreu, José António Barros, Manuel Rosende Salgado, Manuel Violas, Nelson Quintas, Vasco Quevedo Pessanha.


(adenda)
Camilo na TV
Sábado, Maio 30, 2009
Hoje no EXPRESSO, na sua coluna «Ao Pé da Letra», António Guerreiro destaca uma nova abordagem da Difel ao universo de Camilo, mais próxima do “modelo telenovela”.
Nada que se compare àquele Eça de há 25 anos (erotismo nórdico meets praia de Albufeira), ou mesmo a um Camilo de 1979, relançado com sobrecapa pela Parceria A. M. Pereira:


«Os batráquios no conceito popular e na superstição»
Sexta-feira, Maio 29, 2009

FELGUEIRAS, Guilherme. TEMAS ETNOGRÁFICOS E FOLCLÓRICOS. Separata de «Estremadura», Boletim da Junta de Província, n.ºs 38/40, Lisboa, 1955. /// Autografado pelo autor com dedicatória a Hernâni Cidade. /// 33 páginas. 19 x 26 cm. /// Preço: 15 euros.






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Guilherme Felgueiras (1890-1990), longevo etnógrafo e folclorista português, autor do estimado Cancioneiro Popular Transmontano e Alto-Duriense (1966). /// Na revista Lusitânia – disponível online na Biblioteca Digital Camões (primeira série, até 1943) e no Centro de Tradições Populares Portuguesas (segunda série, a partir de 1981) —, publicou os seguintes “bosquejos etnográficos”:
* Para um panorama histórico e político da etnografia portuguesa no século XX, sugere-se a consulta do artigo de Jorge Freitas Branco, «A fluidez dos limites: discurso etnográfico e movimento folclórico em Portugal», publicado na revista Etnográfica do ISCTE (outra importante disponibilização online de uma revista académica), e aqui em pdf. Começa assim:
Desde o último quartel de Oitocentos até à implantação da República
emerge, afirma-se e tem o seu apogeu uma geração original de figuras
intelectuais. Estas criam um interesse específico pelas coisas do povo,
articuladas como uma causa etnográfica, e têm sido designadas como
“geração fundadora”, “pioneira”, “mestres” ou ainda “protagonistas” da
primeira etnografia portuguesa.
Etiqueta e afins /// adenda*
Quinta-Feira, Maio 28, 2009
* Adenda a uma entrada anterior, lista de vários manuais de etiqueta, boas maneiras, protocolo, correspondência, vida prática e «tarefas domésticas», dirigidos a um público (principalmente) feminino.
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Começando por Augusto da Costa (1899-1954), corporativista, autor de literatura light e amigo de Fernando Pessoa:





COSTA, Augusto da. MIQUELINA, RAPARIGA MODERNA. (crónicas). Lisboa: Livraria Popular de Francisco Franco, 1942. /// 234 páginas, 12,5 x 19 cm. /// Crónicas de costumes (originalmente publicadas em jornal?), romanceadas, com diversos apontamentos de etiqueta e protocolo. Houve uma sequela, Miquelina casada, em 1943. /// Preço: 10 euros.
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Prosseguindo com a mini-enciclopédia social de Maria Amália Vaz de Carvalho (1847-1921):







CARVALHO, Maria Amália Vaz de. A ARTE DE VIVER NA SOCIEDADE. 6.ª edição. Lisboa: Parceria A. M. Pereira, 1924. /// 254 páginas. 12,5 x 19 cm. Encadernação editorial em tela sintética, gravada (dourados sumidos). Antiga assinatura de posse na folha de rosto. /// Preço: 12 euros (vendido).
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E terminando com um tom mais autoritário, o número XIV da Bibliotheca da Infancia, com vista à formação de heróis patriotas:



CUMPRE O TEU DEVER. Lições, preceitos e exemplos para formar o bom cidadão. LEITURAS PATRIÓTICAS, baseado num original de Samuel Smiles, adaptação de V. Ribeiro, Lisboa: Edição da Casa de Alfredo David Encadernador, 1914. /// 187 páginas, 10 x 17 cm. Ilustrado com dezenas de gravuras. /// Encadernação editorial em percalina, em óptimo estado. Miolo com algumas anotações. /// Preço: 15 euros (vendido).
micro-anúncio no jornal Comércio do Porto, terça-feira, 25 de Junho de 1974
Quinta-Feira, Maio 21, 2009

O ESPECTRO /// jornal panfletário monárquico (e ferozmente anti-republicano) /// Números 1 a 5 /// 1915
Segunda-feira, Maio 18, 2009









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O ESPECTRO, director, editor e proprietário: Astrigildo Chaves, N.ºs 1, 2 e 3 (12 páginas cada), N.ºs 4 e 5 (8 páginas cada), 17 x 26 cm, Lisboa, 1915. /// RAROS. Em bom estado, desgaste mínimo na orla das capas. N.º 3 com falta da contracapa (folha lisa laranja). /// Preço do conjunto: 35 euros (vendidos).
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N.º 1 ……………… 20-VIII-1915
N.º 2 ……………… 30-VIII-1915
N.º 3 …………………… 8-IX-1915
N.º 4 …………………….. 4-X-1915
N.º 5 ……………………. 19-X-1915
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Como curiosidade, e graças à Hemeroteca, podemos ler no jornal A CAPITAL – diário republicano da noite, n.º 1141, 4.º ano, do dia 2 de Outubro de 1913, página dois (notícia reproduzida abaixo), uma curiosa notícia de uma busca policial em casa de Astrigildo Chaves (1886-1926), quando o seu paradeiro era desconhecido das autoridades, dias antes de participar na«Outubrada», a revolta monárquica de 21 de Outubro de 1913:

… um indivíduo que se dizia antigamente anarchista, fabricava versos com insultos à ex-rainha Amelia e desempenhava ultimamente o papel de grande influente na causa da restauração… /// Esse Astrigildo Chaves, que tinha em sua casa uma farda de tenente do futuro exército realista, esteve já pronunciado pelo crime de moeda falsa, tendo sido absolvido e posto em liberdade por falta de provas. /// No seu quarto da rua Nova do Almada encontraram-se 9 pistolas, sabendo-se que tinham vindo de Portalegre (…)
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Ainda na Hemeroteca, parece que existem 13 números (25 Janeiro 1916 – 10 Março 1916) do bi-semanário A Monarchia, dirigido e editado por Astrigildo Chaves no ano seguinte a O Espectro.
[ADENDA 7 DE jULHO 2009 ---> o autor nasceu em Évora, a 22 de Maio de 1885, e frequentou a Casa Pia de Lisboa. Nome completo: Astrigildo José Carneiro Chaves.]
Autógrafo de João Falcato para João Gaspar Simões, 1958
Domingo, Maio 17, 2009

Um dos inéditos publicados na colecção inventada por José Cardoso Pires e Vítor Palla, Os Livros das Três Abelhas.

Sequela de obra anterior do autor, Fogo no Mar (1945).

No dia 13 de Agosto de 1943, do porto de Lisboa partiu um cargueiro a caminho da Argentina. Era o cargueiro Mello. /// Na lista do pessoal de bordo há um nome e uma categoria: «João Falcato – 3.º piloto.» /// Este barco não voltou. Consumiu-se em fogo no meio do mar. Metade da tripulação foi devorada pelas chamas. Os homens que conseguiram fugir ao fogo e aos tubarões andaram numa baleeira, perdidos, três longos dias e três longas noites. /// Entre os ocupantes dessa baleeira, horrorosamente queimados, no extremo das forças e do desespero, estava João Falcato, o moço 3.º piloto. /// João Falcato nasceu em Borba, em 1920. Pais, avós, muitas gerações, ligados à terra. Alentejanos de sempre. Mas a respeito dos quais não me atrevo a dizer «alentejanos característicos». A espaços, num avô com arca de milionário e mesa de pobre, ou num tio vivendo em corte de senhor feudal rodeado de aventureiros, ladrões e ciganos, aparecem borbotos de inquietação.
[excerto da nota introdutória]




JOÃO FALCATO, A Baleeira, capa de Figueiredo Sobral, 1.ª edição, 186 páginas, 11 x 16 cm, N.º 12 da colecção Os Livros das Três Abelhas, Lisboa: Publicações Europa-América, 1958. /// Bom exemplar. Assinado pelo autor com dedicatória ao «amigo e crítico» João Gaspar Simões, datada de «Elvas, 6 de Março de 1958» (obra impressa em Fevereiro desse ano). /// Preço: 20 euros (vendido).

duas capas sérias
Sexta-feira, Maio 15, 2009


(anónimas)
duas capas juvenis
Sexta-feira, Maio 15, 2009

(anónima a da esquerda, Figueiredo Sobral à direita)
«manuais femininos»
Sexta-feira, Maio 8, 2009



Emília de Sousa Costa, A MULHER EDUCADORA, 5.º volume da Biblioteca Prática do Lar, 238+[18] páginas, 13,5 x 19 cm, Lisboa: Edições Universo, [1945]. /// Preço: 12 euros (vendido).
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Emília de Sousa Costa, A MULHER NO LAR. Arte de Viver com Economia, 3.ª edição (aumentada), capa de Raquel Gameiro Ottolini, 160 páginas, 15 x 20 cm, Lisboa: Empresa Nacional de Publicidade, [1931]. /// Preço: 12 euros (vendido).
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Emília de Sousa Costa, MEMÓRIAS DA LILI, 2.ª edição (revista e aumentada), com ilustrações de Alfredo Moraes, 167 páginas, 15 x 22 cm, Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1922. /// Preço: 15 euros (vendido).
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Amália Barbosa, BOAS MANEIRAS. Preceitos de Delicadeza cujo conhecimento e observância se tornam indispensáveis para viver na sociedade, fascículo da Enciclopédia Popular Ilustrada [Porque Como... E... Para Que] do jornal O Século, 32 páginas, 13,5 x 20 cm, muito manuseado, Lisboa, [s.d.]. /// Preço: 3 euros (vendido).
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Laura Santos, NOIVA, ESPOSA E MÃE. Moral, Etiqueta, Preceitos Domésticos, Enfermagem, Puericultura, Culinária Prática, 3. ª edição, ilustrado, capa cansada, Lisboa: Editorial Lavores, [1974]. /// Preço: 6 euros.
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Paulo Combes, O LIVRO DA EDUCADORA, traduzido do francês, Colecção Os Quatro Livros da Mulher, volume IV, 224 páginas, 12 x 19 cm, manuseado, Porto: Casa Editora de A. Figueirinhas, [s.d.]. /// Preço: 5 euros.
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Gilda Lund, A BELEZA DA MULHER [Beauty], tradução de Maria Teresa Raposo, capa de Annelise Hedegaard, ilustrado, 230 páginas, 11,5 x 18 cm, Lisboa: D. Quixote, 1966. /// Preço: 6,50 euros.
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Dominique Foret, VIVER EM SOCIEDADE, tradução de Ana Lúcia de Sena Lino, ilustrações de Lucien Meys, capa de Henri Lievens, colecção Marabu, 150 páginas,11,5 x 11,5 cm, Lisboa: Empresa Nacional de Publicidade, 1969. /// Preço: 4 euros.
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Vv. Aa., MANUAL DE ACAMPAMENTO DAS MOÇAS, ilustrado, 283 páginas, 13,5 x 21,5 cm, publicado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, [s.l.], 1978. /// Preço: 8 euros (vendido).
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José da Camara Manoel, MANUAL PRÁTICO DE CORRESPONDÊNCIA FAMILIAR, contendo numerosíssimos modelos de todo o género de correspondência íntima e de etiqueta: convites para baptisados, casamentos e funerais, cartas de felicitação por aniversários, boas festas, de solicitação, de recomendação, de empenho, de pêsames, de género familiar, entre pais, filhos, parentes em variados graus e em todas as circunstâncias da vida, etc., etc., 8.ª edição, Biblioteca de Livros Úteis e Científicos, n.º 18, 189 páginas, 13 x 20 cm, lombada cansada, ilustração da capa assinada «Moura», Lisboa: Livraria Popular de Francisco Franco, [1948?]. /// Preço: 7 euros (vendido).
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Berthe Bernage, ARTE DAS BOAS MANEIRAS. Moderno Manual de Boa Educação e Civilidade, nova edição, actualizada, tradução de Irene Fernanda dos Santos, capa de Câmara Leme, com alguns recortes de jornal insertos pelo anterior proprietário(a), 298 páginas, 12 x 19 cm, Lisboa: Portugália, 1967. /// Preço: 8 euros (vendido).
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Harlod Shryock, A FELICIDADE CONJUGAL [Happiness for Husbands and Wives], tradução de Arnaldo B Christianini, 3.ª edição, muito ilustrado, cartonado, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, [s.d]. /// Preço: 15 euros (vendido).
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NOTA: Sobre os manuais no Brasil e também Emília Sousa Costa, um artigo aqui.
ciência + religião
Quinta-Feira, Maio 7, 2009
Pe. João B. Ferreres, A MORTE REAL E A MORTE APARENTE com relação aos santos sacramentos. ESTUDO PHYSIOLOGICO-THEOLOGICO, tradução, notas, apêndice e índices alfabéticos de F. A. Carlos das Neves, 201 páginas (por abrir), 12 x 19 cm, Porto: Livraria Catholica Portuense, 1909. /// Óptimo exemplar. /// Preço: 17.50 euros.
Obra do jesuíta e canonista espanhol Juan B. Ferreres, muito traduzida na época, para uso dos padres: procurava-se ainda um método para aferir sem quaisquer dúvidas da morte de um ser humano, etapa anterior à administração dos santos sacramentos.









CRIAÇÃO de RÃS (em região alta) — um guia prático
Terça-feira, Maio 5, 2009








Humberto Heindrich, CRIAÇÃO DE RÃS EM REGIÃO ALTA. Técnicas utilizadas pelo autor no Ranário Xinguara, ilustrado com desenhos e fotografias, 160 páginas, 15,5 x 22 cm, Caxias do Sul: EDUCS (editora universitária brasileira), 1986. — Preço: 12 euros.
4 ilustrações de capa que se prolongam para a contracapa
Sexta-feira, Maio 1, 2009


-:- Capa de Infante do Carmo –:-
Henri Troyat, A ARANHA [L'Araignée], tradução de Adolfo Casais Monteiro, 4.ª edição, 13 x 18,5 cm, 235 páginas, Lisboa: Inquérito, [s.d.]. — Preço: 5 euros.
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-:- Capa de António Domingues -:-
Peter Fletcher, O MEDO E OS CONFLITOS EMOCIONAIS NO MUNDO MODERNO [Emotional Conflict], tradução de Maria Manuela Sacarrão, 13 x 19 cm, 210 páginas, Lisboa: Publicações Europa-América, 1961. — Preço: 10 euros.
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-:- Capa de António Botelho -:-
Afonso Botelho, MEIA HORA DE ESPERA, colecção «Originais Portugueses», 12,5 x 19,5 cm, 160 páginas, Lisboa: Sociedade de Expansãoo Cultural, [s.d.]. — Preço: 10 euros.
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-:- Capa de Carlos Rafael -:-
Ignazio Silone, FONTAMARA [Fontamara], tradução de Fernando Moreira Ferreira, 238 páginas, 14 x 20 cm, Lisboa: Publicações Europa-América, 1959. — Preço: 5 euros.
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