Urbano Tavares Rodrigues
[30Jul11]
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Fotografias dos livros desta lista.
“Sichtpoesie”
[24Mai11]

[Está na página da aluna Ângela Maria Varela Miranda Rodrigues, da Licenciatura em Filologia Românica, no Livro de Curso dos Quartanistas de Letras da Universidade de Coimbra, do ano de 1961.]
guardas-belas (3)
[02Ago10]

[guardas da encadernação de Gomes Leal, 1907, ver post anterior]
palestras
[14Jul10]

ADONAI DE MEDEIROS, COMO ME DOMINEI PELA AUTO-SUGESTÃO CONSCIENTE. Palestras. 1.ª edição portuguesa. Lisboa: edição do autor, 1972. Depositária: Tertúlia Edípica. /// 76-(4) páginas (por abrir). 14 x 20 cm. Bom estado.
Preço: 10 euros.
guardas-belas (2)
[05Jul10]

Guardas do livro TEAS DE ARANHA, de Eduardo Sequeira, anunciado num post anterior.
Judith Teixeira
[29Jul09]
Desde 2005 que existe um blog dedicado a Judith Teixeira, com o nome da revista que esta poetisa dirigiu, a EVROPA. Muito interessantes a bibliografia passiva ali digerida, bem como a análise de inúmeras ligações de Judith Teixeira às figuras da cultura e contracultura portuguesas da primeira metade do século XX. Da autoria do professor viseense Martim de Gouveia e Sousa.

Alguns dos entrevistados:
Vasco Pulido Valente (entrevista datada de 8 Nov. 2006 —
— mais recente, a entrevista-capa da LER deste mês, é de antologia.)
postal da E. N. P. (1965)
[16Jul09]


«The settings are unashamedly middle-class: all the protagonists have cars, credit cards and maids. The maids, secretaries, receptionists, policemen and shop assistants provide background colour but are distinguished from the main characters by their incorrect speech or strong accents, their interior decorating, their clothes and their manners. The bad taste of the lower classes and the nouveaux-riches is described scornfully and gleefully by both characters and narrators: tracksuits, shoes with tassels, extreme mini-skirts, excess cleavage or man-made fabrics. The assumption of what is good taste and what is bad is never questioned. This clear-cut class divide is patronising and perpetuates stereotyped images of both the bourgeoisie and the working class. Relationships that cross class barriers are frowned upon and broken up by the heroines wherever possible.»
Uma análise muito british, por Claire Williams, da Universidade de Liverpool: Não há coincidências? Women’s Writing in Portugal in 1974 and 2004.
«Lesbians are even less visible in this kind of literature. Rebelo Pinto’s plain, overweight, bitter Maria do Carmo falls in love with her sister-in-law Kika, another “Ugly Duckling” (PCN, 80), and leaves her husband. Her behaviour is explained gradually, as details of her past are revealed: her father was a womaniser who beat her mother into submission and abused her sister. Ironically, Maria do Carmo is one of the few characters whose story ends happily. Lina is another lesbian, a peripheral character who is colourful and eccentric, but nobody’s fool. She is described affectionately (?) as “a chefe do bando das fufas de 1,47m, daquelas baixinhas poderosas que, quando levantam o sobrolho, são capazes de silenciar uma sala repleta de homens” (PCN, 209). These portrayals are extreme and cartoon-like, serving to reinforce stereotypical ideas about homosexuals, confirming preconceived ideas about their appearance, their taste and situating them firmly outside the mainstream – “they” are not “people like us”.»
Um artigo para o congresso da Universidade de Utrecht, THE VALUE OF LITERATURE IN AND AFTER THE SEVENTIES: THE CASE OF ITALY AND PORTUGAL, acontecido em 2004.
Camilo na TV
[30Mai09]
Hoje no EXPRESSO, na sua coluna «Ao Pé da Letra», António Guerreiro destaca uma nova abordagem da Difel ao universo de Camilo, mais próxima do “modelo telenovela”.
Nada que se compare àquele Eça de há 25 anos (erotismo nórdico meets praia de Albufeira), ou mesmo a um Camilo de 1979, relançado com sobrecapa pela Parceria A. M. Pereira:


duas capas sérias
[15Mai09]


(anónimas)
Roberto, ou a dominação dos agiotas
[23Jan09]
















